domingo, 23 de março de 2008

Jovens na Política? SIM

Jovens na Política?SIM Apartir do momento que você toma posição diante de algum assunto, tanto em defesa do sim ou do não, você já não mais faz parte da grande maioria da população brasileira que encontra-se na zona de conforto e ignorância diante de alguns assuntos de grande importância como a Política.SE TOMARMOS CONCIÊNCIA DE NOSSAS RESPONSABILIDADES COMO JOVENS CIDADÃOS e principalmente da força que temos em nossas mãos, poderemos quem sabe termos um futuro promissor, com pessoas dispostas a ajudar mudar a história de nossa nação, independente se assentado em uma cadeira do plenário ou apenas exercendo com sabedoria o direito do voto.SOMOS JOVENS QUE SONHAMOS, PENSAMOS DIFERENTE, e temos autoridade para debatermos assuntos que muitos não podem por ignorância. (AS VEZES QUANDO E CITADO JOVEM NA POLÍTICA NÃO QUER DIZER SER JOVEM NA IDADE MAS SIM JOVEM DE PENSAMENTOS E COM IDEIAS NOVAS E DIFERENTES DOS CACIQUES QUE LA ESTÃO A TANTO TEMPO E FAZEM DE TUDO PRA NÃO SAIR DE LA).

Meio ambiente, ética e o futuro da humanidade

Pequena análise da relação do ser humano com o meio ambiente e seu futuro. Grande parte dos feitos humanos sobre o planeta terra, foram as conquistas sobre ou contra a natureza, sob o ponto de vista de cada época. Na pré-história, o ser humano aprendeu a lutar pela sua sobrevivência em um ambiente aparentemente hostil, onde as feras se matavam em busca de alimentos. Era o que se conhece por "lei da selva", onde o mais forte elimina o que lhe é inferior para devorá-lo ou para não ameaçar a sua existência. Até os dias de hoje, quando queremos nos referir a uma determinada situação em que não há regras para o convívio social, falamos que ali reina a "lei da selva", ou seja, não há leis, não há organização. O que se pode observar é que, na pré-história, realmente, o ser humano vivia em estado de luta e defesa pela sobrevivência contra os animais que lhe eram superiores em força e contra os intempéries mesmo da natureza. No entanto, com o passar dos tempos, os seres humanos que viviam como nômades, foram se fixando em determinados sítios e se organizando como sociedade, plantando e colhendo alimentos até que finalmente se estabeleceu nestes mesmos lugares. Estavam formadas as primeiras associações de pessoas, os primeiros grupos humanos sedentários. Foram assim conseguidas as condições para que os grupos humanos se organizassem, evoluíssem e passassem a poder contar com a natureza, não mais sendo obrigados a lutarem contra a mesma para sobreviverem e subsistirem. Dentro da História da humanidade, estavam assim criadas as condições de formação dos primeiros grupos sociais organizados que viriam a se transformar, com a evolução dos tempos, nas comunidades politicamente organizadas. Neste ponto, a natureza ainda representava muitas ameaças contra a vida humana, ameaças que eram diminuídas à medida que a mente humana se desenvolvia e que os homens e mulheres percebiam serem dotados de razão, de pensamento, afinal. À medida que os grupos sociais se desenvolveram, o elemento econômico foi fator primordial para a contínua marcha de conquistas da humanidade. Guerras foram acontecendo por motivações econômicas e produziram resultados distintos e que contribuíram para a degradação da natureza. Superando o período mais marcante de retrocesso social e econômico resultante da idade média, o comércio cresceu e resultou no movimento que transformou a realidade do mundo ocidental baseado no continente europeu. As principais modificações resultantes do desenvolvimento econômico dos séculos que caracterizaram o fim dos séculos XVIII, XIX e XX, foram, a partir da descoberta do vapor, das revoluções burguesa e industrial, do acúmulo de riquezas nas mãos das principais nações européias, com destaque para a Inglaterra, a industrialização, dentro do crescente liberalismo econômico e de Estado, e, principalmente, a concentração de riquezas, produtoras de resultados severos para a humanidade e, diga-se, para o meio ambiente. Nada se compara, entretanto, ao que se deu no século XX em que as cidades cresceram enormemente em decorrência desta mesma industrialização, as fábricas passaram a poluir, sempre mais, os locais onde se instalavam, além dos efeitos perversos para o meio ambiente da criação dos veículos movidos com motores de combustão de derivados de petróleo. Carros, caminhões e ônibus são hoje grandes poluidores do planeta terra. Reuniões de cúpula dos principais países do planeta foram e são continuamente realizadas, todas no intuito do estabelecimento de normas para limitar a emissão de poluentes na camada atmosférica. Entretanto, as mais importantes economias apresentam restrições aos esforços de diminuir os efeitos da poluição sob a ameaça de enfraquecer seu crescimento. Assiste-se hoje, a um aumento exponencial de verbas destinadas à pesquisa, criação e desenvolvimento de armamentos com capacidade de destruição sempre maior. Do exposto acima, percebe-se que o elemento econômico sempre resultou em desafios para a manutenção de um meio-ambiente sadio no planeta terra. O grande embate entre meio-ambiente e desenvolvimento continuará a ser o mais relevante tema que deve ser tratado pela ética dos grupos envolvidos. Há de se vislumbrar um caminho que permita o desenvolvimento econômico em consonância com a preservação dos recursos naturais. A pergunta que se faz, entretanto, é a concernente aos destinos da vida humana no planeta terra sem levar em conta o meio ambiente. Não haverá política ou economia que subsista se as condições da vida humana na Terra não forem adequadas.

Desenvolvimento Social e a Função da Escola

A escola como espaço de inclusão no cenário de desigualdades:Nosso país tem uma grande parcela de jovens que ainda se encontra excluída do sistema educacional, pelo descaso social, com necessidades de trabalhar para o sustento de suas famílias, tendo que às vezes ter tempo para procurar emprego, ou fazer “bicos”. O incentivo que não existe a esse jovem que se encontra marginalizado pela sociedade, por questões sociais, “desigualdades” e até a estrutura familiar, vem contribuir para sua exclusão. Boa parte de nossa infância e adolescência se dá na escola. A escola com função social de democratizar conhecimentos e formar cidadãos conscientes, participativos e atuantes é um direito de todos. Os jovens aqui citados são jovens que estão fora dessa realidade, sem perspectivas, pois trocam o direito de estarem na escola para trabalharem, ou por se encontrarem excluídos procuram o mundo da marginalização, sem até mesmo terem opção. A temática “exclusão” é um problema global que afeta a todos, onde os excluídos sem perspectivas procuram saídas às vezes sem volta e os que consideram incluídos numa sociedade de direitos são afetados pela repercussão que esse problema social gera. Tendo em vista esta discussão sobre exclusão, consideramos a escola como berço do jovem para o exercício da cidadania. A contribuição de todos é necessária para erradicar este problema. Poderes públicos e privados, ONG’s, assistentes sociais, educadores, comunidade, sociedade em geral devem firmar parcerias. Discussões em todas instâncias devem acontecer, para projetarmos responsabilidades e ações. Várias propostas de projeto são lançadas com o propósito de somar a tamanho descaso, porém sua viabilidade depende da unificação de uma classe atuante a favor do direito de todo jovem na escola. Acreditamos que através da cidadania, participação, democratização, co-responsabilidade, cooperação, parcerias, teremos um norte para trabalharmos em prol de mudanças, “inclusão” de nossos jovens.

Cidadania e Justiça Social

A democracia é essencial, indispensável para o estabelecimento de uma ação civilizada, mas é apenas o ponto de partida para a construção dessa sociedade. A democracia só se estabiliza numa sociedade fundada na justiça social. Cidadania é conquista e se realiza a partir da conscientização dos cidadãos. De seus deveres e direito. Uma sociedade desinformada a respeito dessas duas coisas não se emancipa. Que adianta restabelecer eleições diretas em todos os níveis se o eleitorado não se informa a respeito dos candidatos e de suas plataformas, se não aprende a separar o joio do trigo e os trapaceiros e aventureiros. A sociedade brasileira é injusta e disforme. Cidadania é privilégio reservado a bem poucos. A imensa maioria continua excluída dos mais elementares direitos e jamais ouviu falar em deveres. É preciso mobilizar a sociedade, de suas elites dirigentes até a base da pirâmide social, na luta por melhor qualidade de vida. E essa luta chama Cidadania. É preciso um choque de Cidadania no país, já o disseram ilustres e renomados juristas. E esse choque começa com investimentos maciços em educação. Mas a crise de justiça, ou, mais apropriamente, a crise do poder judiciário não pode esperar pelos efeitos das medidas de médio e longo prazo. Investimentos em educação são fundamentais e insubstituíveis, mas terão reflexo prático apenas nas gerações seguintes. E é preciso fazer algo que atenue de imediato a situação dos nossos contemporâneos, cuja a expressiva maioria é irremediavelmente dependente das classes mais favorecidas. justiça brasileira, por razões múltiplas de ordem estrutural e por desvios culturais antigos, está distante do povo. Há má distribuição de verbas, escassez de juizes, sobrecargas de ações, irracionalismo no campo processual e inexiste vontade política para reverter esse quadro. É preciso unificar os diversos segmentos da Justiça num órgão nacional que, via centralização administrativa, estabeleça uma política de distribuição de recursos, sem prejuízo da autonomia do poder. Cidadania, hoje, para o grosso da população, é apenas uma palavra, desprovida de sentido. Temos que fazer com que o Brasil comece a dar conteúdo a essas duas palavras vitais para preservação da dignidade humana, Justiça e Cidadania. Isso só será possível mediante a união de lideranças e a mobilização da sociedade. Cidadania, hoje, para o grosso da população, é apenas uma palavra, desprovida de sentido. Precisamos resgatá-la e torna-la efetiva no sofrido cotidiano do povo brasileiro. A proposta é: lutar pelo exercício efetivo da Cidadania, auxiliando o cidadão a identificar o seu direito, esclarecendo-o a respeito de seus deveres inclusive, lembrando que é o cumprimento do dever que gera o direito e induzindo elite econômica e Estado a serem mais zelosos de suas obrigações.

História de Rondônia

Situado na Região Norte, na divisa com Amazonas, Mato Grosso e Bolívia, o estado possui dois terços de sua área cobertos pela floresta Amazônica. O cerrado recobre os pontos mais altos do território – a chapada dos Parecis e a serra dos Pacaás, onde há um parque nacional. O clima predominante é o equatorial, com chuvas abundantes e temperatura média anual de 26°C.A capital, Porto Velho, nasce a partir de núcleos populacionais que se formam em torno das instalações da ferrovia Madeira–Mamoré, megaprojeto idealizado por norte-americanos e ingleses, que começa a ser construída em 1907. Desativada definitivamente em 1972, possui um trecho de 7 km a partir de Porto Velho em funcionamento para atender ao turismo.Até o início da década de 90, recebe um grande número de migrantes em decorrência da euforia econômica estimulada, entre outros fatores, por investimentos federais nas décadas de 60 a 80. Em 1990 a população ultrapassa 1,1 milhão de habitantes. Rondônia possui hoje a maior densidade demográfica entre os estados da Região Norte. A urbanização, porém, é baixa: 38% da população ainda permanece no campo. Em meados da década de 90, o crescimento demográfico apresenta sinais de declínio.Expansão da pecuária – A atividade agropecuária, de baixo padrão tecnológico, ocupa 37% da área estadual e concentra-se sobretudo na porção leste. Nos últimos anos se verifica uma redução da área destinada às lavouras, que ocorre paralelamente ao crescimento da pecuária. O rebanho bovino, destinado principalmente ao corte, aumenta de 770,5 mil para 3,9 milhões de cabeças entre 1985 e 1996. No campo persistem conflitos pela posse da terra, que envolvem grupos indígenas, posseiros e garimpeiros.Com a economia limitada à agropecuária e ao extrativismo vegetal e mineral, um dos grandes problemas do estado é a falta de infra-estrutura urbana. A escassa produção de energia elétrica é um dos obstáculos para o incremento do setor industrial. Destacam-se indústrias de laticínios e frigoríficos, na região do município de Ouro Preto do Oeste, e de móveis, em Ji-Paraná. Desmatamento–Como a maioria dos estados da região da floresta Amazônica, Rondônia enfrenta problemas como o garimpo informal e a devastação da floresta. Estimativa da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia revela que a área total desmatada da região atinge cerca de 5.000.000 de ha em 1997, o que corresponde, aproximadamente, a 20% da área estadual. O aumento foi de 20,6% apenas nos últimos dois anos. Um dos principais motivos para o avanço do desmatamento é o crescimento da pecuária extensiva. FATOS HISTÓRICOS – Os primeiros colonizadores portugueses começam a percorrer o atual estado de Rondônia no século XVII. Somente no século seguinte, com a descoberta e a exploração de ouro em Goiás e Mato Grosso, aumenta o interesse pela região. Em 1776, a construção do Forte Príncipe da Beira, às margens do rio Guaporé, estimula a implantação dos primeiros núcleos coloniais, que só se desenvolvem no final do século XIX com o surto da exploração da borracha.No início do século XX, a criação do estado do Acre, a construção da ferrovia Madeira–Mamoré e a ligação telegráfica estabelecida por Cândido Rondon representam novo impulso à colonização. Em 1943 é constituído o Território Federal de Guaporé, com capital em Porto Velho, mediante o desmembramento de áreas pertencentes aos estados de Mato Grosso e Amazonas. A intenção é apoiar mais diretamente a ocupação e o desenvolvimento da região, que em 1956 passa a se chamar Território de Rondônia. Até a década de 60, a economia se resume à extração de borracha e de castanha-do-pará.O crescimento acelerado só ocorre, de fato, a partir das décadas de 60 e 70. A política de incentivos fiscais e os intensos investimentos do governo federal, como os projetos de colonização dirigida, estimulam a migração, em grande parte originária do Centro-Sul. Além disso, o acesso fácil à terra boa e barata atrai grandes empresários interessados em investir na agropecuária e na indústria madeireira. Nessa época, a descoberta de ouro e cassiterita também contribui para o aumento populacional. Entre 1960 e 1980, a população cresce quase oito vezes, passando de 70 mil para 500 mil habitantes. Em 1981, Rondônia ganha a condição de estado. RONDÔNIA - GEOGRAFIA Localização: oeste da Região NorteÁrea:: 238.512,8 km²Relevo: planície a oeste, depressões e pequenos planaltos ao norte, planalto a sudestePonto mais alto: serra dos Pacaás (1.126 m)Rios principais: Madeira, Ji-Paraná, Guaporé, MamoréVegetação: floresta Amazônica e cerrado a oesteClima: equatorialHora local: - 1hECONOMIAParticipação no PIB: 0,29 % (1995)Agricultura: milho (133.727 t), arroz (87.654 t), café (78.921 t), mandioca (53.569 t), feijão (47.929 t), cacau (3.605 t) (1996)Pecuária: bovinos (3.937.291), suínos (410.315) (1996)Mineração: estanho-cassiterita (13.836.428 kg), nióbio (2.200 kg), ouro (1.324.000 g) (1996)Indústria: madeireira, extrativa mineral e alimentícia. Hino do Estado de RondôniaQuando nosso céu se faz molduraPara engalanar a naturezaNós os bandeirantes de RondôniaNos orgulhamosDe tanta beleza.Como sentinelas avançadasSomos destemidos pioneirosQue nestas paragens do poenteGritam com forçaSomos brasileiros.Nesta fronteira de nossa pátriaRondônia trabalha febrilmenteNas oficinas e nas escolasA orquestração empolga toda gente.Braços e mentes forjam cantandoA apoteose deste rincãoQue com orgulho exaltaremosEnquanto nos palpita o coração.Azul, nosso céu é sempre azulQue Deus o mantenha sem rivalCristalino, muito puroE o conserve sempre assim.Aqui toda a vida se engalanaDe beleza tropicalNossos lagos, nossos riosNossas matas, tudo enfim.

Histórico de Colorado do Oeste - Rondônia.

Colorado do Oeste, Município situado ao Sul de Rondônia, teve sua origem no ano de 1973, quando 36 colonos atraídos pela terra fértil e convidativa para exploração agrícola, se fixaram na região do Rio Colorado.O solo vermelho, com florestas exuberantes apresentando plantas indicativas de solos férteis, também despertou interesse de grupos, tais como: Terra Rica S.A (110.000 ha), Oscar Martinez (48.000 ha) e João Arantes do Nascimento (38.000 ha) que se instalaram visando assegurar as posses dessas terras com a implantação de agropecuária. Nesta fase inicia-se a disputa pela terra entre o grupo Terra Rica S.A e colonos pioneiros.Nos anos de 1973 e 1974, os colonos, pressionados pelo poderio do Grupo Terra Rica, organizaram-se através de abaixo-assinado, reivindicando do Coordenador Regional do INCRA, Capitão Sílvio Gonçalves de Farias a posse da terra. O INCRA sensibilizado, diligenciou vistorias, constatando a existência desta terra altamente agricultável e devoluta, uma vez que constataram que os Grupos não tinham documentos da área em litígio, possibilitando, desta forma, a implantação de um (PIC) – Projeto Integrado de Colonização, culminando com a Portaria nº 1.480 de 04/10/1973, Criando o Projeto Integrado de Colonização Paulo de Assis Ribeiro, nome derivado do primeiro presidente do INCRA. NOME COLORADO DO OESTE: O nome é advindo do RIO COLORADO, Rio que levou esse nome pelo fato de suas águas terem um aspecto de cor avermelhada, mas tal fenômeno é devido ao solo vermelho do leito do rio, por isso a coloração vermelha em suas águas, na qual a terminologia da palavra “colorado” significa: vermelho, tendo sido introduzido à expressão “DO OESTE”, por encontrar-se à margem Oeste do RIO COLORADO, e por estar localizado a Oeste da Capital PORTO VELHO a uma distância de 784 km, como também para diferenciar-se de outros Municípios Brasileiros com o mesmo nome. O RIO COLORADO era travessia obrigatória para aqueles que se destinavam ao km 21, onde seria instalado o Núcleo Urbano do futuro projeto. Km 21 No início da colonização de COLORADO DO OESTE, o nome da cidade era 21, na qual a maioria das pessoas pensam que o referido Km 21, seria a distância de 21 Kilômetros entre o RIO COLORADO e o Núcleo Urbano de Colorado. Pois bem, vamos ver os fatos como eles realmente são: Para que o governo federal pudesse indenizar os proprietários das terras onde hoje é a comarca de colorado, era necessário saber as divisas entre dois proprietários (TERRA RICA S.A e OSCAR MARTINEZ), seria necessário fazer uma divisa, pois todas delimitações de terras eram definidas por divisas naturais, ou seja, pelos rios e as propriedades dos dois latifundiários estavam compreendidas em uma mesma faixa de terra que era delimitada de um lado pelo RIO IGARAPÉ-RASO e por outro lado o RIO ESCONDIDO. Foi então que por determinação judicial fosse feito um desmatamento abrindo um corredor em linha reta do RIO IGARAPÉ RASO até o RIO ESCONDIDO para que divide-se está área ao meio, trajeto que totalizou 30 Kilometros de extensão, sendo chamada de “PICADA DOS 30”, picada esta que originou a primeira avenida e o eixo principal do município de colorado, sendo mais tarde chamada de AVENIDA PAULO DE ASSIS RIBEIRO, podendo assim definir a divisa dos proprietários e contabilizar as possíveis (Possíveis: visto ao fato de terem apenas pretensão e não título das terras) indenizações por desapropriação. Portanto, Colorado levou o nome de 21, visto a distância em linha reta que dava entre o Núcleo Urbano até o RIO IGARAPÉ-RASO, rio este que corta a “ESTRADA VELHA” que levava até Vilhena. COLONIZAÇÃO Criado o projeto, inicia-se através do INCRA, o processo seletivo para o assentamento das famílias para ocuparem a terra. Em 1975 foram as primeiras 36 famílias, intensificando o processo de assentamento em 1976 com mais de 3.500 famílias atraídas do Sul do País, e em 1979 totalizando 4.500 famílias, com módulos agrícolas de aproximadamente 100 há (42 alqueires). ORGANIZAÇÃO POLÍTICA Implantando o núcleo urbano de Colorado, Distrito de Vilhena, em 1976, a evidência do desenvolvimento da região, reservaram-se áreas para expansão e interiorização dos colonos, o que culminou no surgimento dos Distritos de Cabixi e Cerejeiras em 1979.Em 16/06/1981, Colorado é emancipado, passando a categoria de Município, sua economia fundamentada na pujante produção agrícola, fez surgir novos povoados tais como: Rondolândia, Alto Guarajús, Nova Esperança, Planalto São Luiz, Verde Seringal e Vitória da União, os dois últimos surgidos em 1988, e recentemente, Novo Colorado e Perobal.A partir de 1983, alguns distritos alcançaram a independência político-administrativa, passando a categoria de Município, a saber: Cerejeiras em 1983, Cabixi em 1988 e Nova Esperança em 1992, que a partir desta data passou a denominar-se Corumbiara. ASPECTOS ADMINISTRATIVOS Em 1978, foi nomeado Administrador do Núcleo Urbano de Colorado do Oeste, o comerciante no ramo de Farmácia, Sr. JÔ YUTAKA SATO;Em 1979 e 1980, teve como administradores nomeados pelo então prefeito do município de vilhena, RENATO COUTINHO DOS SANTOS, o Sr. ÂNGELO ANGELIN, sendo substituído pelo Sr. PEDRO que teve uma administração de 06 meses, sendo substituído pelo Sr. REDITÁRIO CASSOL (Pai do atual Governador Ivo Cassol), que em sua gestão fundou os Núcleos Urbanos de Cabixi e Cerejeiras, que por sua vez foi substituído pelo Engenheiro Agrônomo IDEVANIR FERRARINI que administrou até as proximidades da emancipação político-administrativa de Colorado, quando foi substituído pelo técnico agrícola do INCRA, Sr. JOÃO NUNES DE MORAES em 1980, sendo ainda administrador, e o qual, em 16/06/1981 à 05/10/1983, dirigiu o destino do mais novo Município de Rondônia, como Prefeito nomeado pelo então Coronel JORGE TEIXEIRA DE OLIVEIRA, Governador do Ex-Território e do Estado de Rondônia.Em 28/08/1983, foi eleito com 3.513 votos e empossado no dia 06/10/1983 o 1º Prefeito eleito pelo povo, Sr. MARCOS DONADON, juntamente com seu Vice-Prefeito JOÃO BATISTA DE LIMA (posteriormente Deputado Estadual eleito por três vezes consecutivas nas eleições 1986, 1990 e 1994) com mandato que durou até 31/12/1988, tendo sofrido intervenção Administrativa pelo Governo do Estado, no meado de sua gestão, retornando após e cumprindo o mandato em 31/12/1988.No dia 01/01/1989, foi empossado o 2º Prefeito eleito, Sr. AUGUSTO SÉRGIO CARMINATTO (Ex-Deputado Estadual), eleito em 03/10/1988 com 3.438 votos, que administrou até 23/10/1989, quando teve seu mandato cassado pela Câmara Municipal de Colorado do Oeste, e na data de 24/10/1989, foi empossado o Vice-Prefeito Sr. VILSON MOREIRA, que terminou o mandato em 31/12/1992.No dia 01/01/1993, assumiu o 3º Prefeito eleito, Sr. MELKISEDEK DONADON, eleito em 03/10/1992 com 5.033 votos, que administrou o Município até 02/10/1995, quando renunciou o mandato juntamente com Vice-Prefeito, Sr. EDSON LOPES DA SILVA, assumindo o cargo, o Presidente da Câmara, Sr. ANTÔNIO VALDECI DA SILVA, interinamente no período de 02/10/1995 até 31/12/1996, quando em 01/04/1996 foi eleito pelos vereadores, em eleição interna, para cumprir o mandato até 31/12/1996, tendo, porém, sido afastado do Cargo de Prefeito por uma medida liminar do Meritíssimo Juiz Eleitoral local, DR. GLODNER LUIZ PAULETTO, em 06/09/1996 e retornando após liminar obtida do Supremo Tribunal Federal em 11/09/1996, cumprindo o mandato até 31/12/1996.No dia 01/01/1997, assumiu o 4º Prefeito eleito, Sr. EDSON LOPES DA SILVA, juntamente com seu Vice-Prefeito ALVINO VIEIRA (Sr. Alvino da Farmácia) eleito em 03/10/1996 com 5.998 votos, com mandato até 31/12/2000.No dia 01/01/2001, assumiu o 5º Prefeito eleito, Sr. CERENEU JOÃO NAUE, eleito 4179em 29 de Outubro de 2000, juntamente com seu Vice-Prefeito WILTON CÉSAR DE SOUZA.No dia 01/01/2005 tomou posse a primeira mulher eleita para assumir o cargo de prefeita, sendo a 6º Prefeita eleita, a Sra. MIRIAN DONADON eleita em 03/10/2004, com 6.741 votos, juntamente com seu Vice-Prefeito MARCIO DONADON, a prefeita citada é filha do Ex-Prefeito MARCOS DONADON e irmã do Ex-Prefeito MELKISEDEK DONADON.FONTES: * Secretária Municipal de Planejamento de Colorado do Oeste.*João Nunes de Moraes, Técnico Agrícola e Chefe do INCRA/ PIC- PAR.*Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia. TRE – RO.